PDF American Radio History, capítulo -IC-V80/E IC-U80/E INSTRUCTION MANUAL - Rádio Se Liga 3. Celly MAIA 4 Fábio BEZERRA 5 Beatriz ANDRADE 6 Adriano GOMES 7 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN.
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Rádio Se Liga 3. Celly MAIA 4 Fábio BEZERRA 5 Beatriz ANDRADE 6 Adriano GOMES 7 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN.

IC-V80/E IC-U80/E INSTRUCTION MANUAL

Rádio Se Liga 3. Celly MAIA 4 Fábio BEZERRA 5 Beatriz ANDRADE 6 Adriano GOMES 7 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN. May 24, 1996 with the Piano Man for a three hour live broadcast from NYC's Town Hall At " Billy Joel SELLER Radio Southeast L P Phone (508) July 9 Major League Base

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ga 3 Celly MAIA 4 Fábio BEZERRA 5 Beatriz ANDRADE 6 Adriano GOMES 7 Universidade Federal do...

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Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – São Luis,

MA – 12 a 14 de junho de 2008.

Rádio Se Liga

Celly MAIA4 Fábio BEZERRA5 Beatriz ANDRADE6 Adriano GOMES7 Universidade Federal do Rio Grande do Norte,

Natal,

Resumo O trabalho tem como objetivo demonstrar a importância da musica na vida das pessoas e comprovar seu auxílio na recuperação de doentes.

Trata-se de um projeto experimental,

tendo em vista a ausência em Natal-RN de um empreendimento dessa natureza,

com uma proposta inovadora quanto à utilização do rádio em espaços não convencionais.

Surgiu da necessidade de se observar o rádio como instrumento auxiliar no tratamento aos enfermos.

Acreditamos que este projeto possa ocupar a mente dos enfermos com músicas otimistas,

informações e entretenimento,

o distraindo da sua realidade física e hospitalar.

O musicoterapeuta avalia o estado emocional,

comunicativo e habilidade cognitiva através de respostas dadas pela música.

Palavras-chave: música

rádio Corpo do trabalho Características Gerais

Nome: Rádio Se Liga Periodicidade: Diário Horário de veiculação: 8h às 12h.

Público alvo: enfermos,

acompanhantes e funcionários.

Duração do programa: 4h (Inicialmente)

Trabalho apresentado no GT – Mediações e Interfaces Comunicacionais,

evento componente do X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 5 Estudante de Graduação 6º.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 6 Estudante de Graduação 9º.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 7 Orientador do trabalho.

Professor do Curso de Comunicação Social da UFRN,

Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – São Luis,

MA – 12 a 14 de junho de 2008.

Justificativa

A música possui uma função muito importante na vida do ser humano.

Uma delas é a terapêutica.

Estudos comprovam que ela vem auxiliando na recuperação de doentes.

O câncer é uma doença,

requer um longo tratamento e possivelmente um internamento,

onde acompanhante e paciente ficam dentro de uma enfermaria tensos e abatidos,

O projeto: “Rádio Se Liga” tem como objetivo proporcionar a essas pessoas um auxílio no tratamento procurando tornar o ambiente hospitalar em um local menos tenso e na tentativa de amenizar o sofrimento dos que precisam estar ali,

buscando uma melhor condição de vida.

Trata-se de um projeto experimental,

tendo em vista a ausência em Natal de um empreendimento dessa natureza,

com uma proposta inovadora quanto à utilização do rádio em espaços não convencionais.

Surgiu da necessidade de se implantar tal recurso e se de observar o rádio como instrumento auxiliar no tratamento aos enfermos.

Existe a necessidade de viabilização deste projeto,

pois acreditamos que ele possa ocupar a mente dos enfermos com músicas otimistas,

informações e entretenimento,

o distraindo da sua realidade física e hospitalar.

Embora conhecido há muitos séculos,

somente nas últimas décadas o câncer vem ganhando uma dimensão maior,

convertendo-se em um evidente problema de saúde pública mundial.

No Brasil,

o cenário não tem sido diferente,

que as doenças infecciosas e parasitárias deixaram de ser a principal causa de morte,

sendo substituídas pelas doenças do aparelho circulatório e pelas neoplasias.

O câncer é a terceira maior causa de mortes por doença,

representando 11,84% do total dos óbitos registrados no país.

Muitos fatores têm contribuído para isso,

merecendo destaque o envelhecimento da população,

resultante do intenso processo de urbanização,

e das ações de promoção e recuperação da saúde,

Trabalho apresentado no GT – Mediações e Interfaces Comunicacionais,

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email: [email protected] 5 Estudante de Graduação 6º.

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que propiciam a exposição contínua a fatores ambientais e mudanças de comportamento responsáveis pela carcinogênese.

Elaborada a partir de novas bases metodológicas e apresentada em um novo formato,

a Estimativa da Incidência e Mortalidade por Câncer no Brasil para o ano 2000 propõe-se a contribuir para um melhor conhecimento da incidência e mortalidade por câncer em cada unidade da federação e auxiliar gestores e profissionais da saúde no planejamento de atividades,

programas e políticas públicas de controle de câncer.

A análise dos 284.205 casos novos e dos 113.959 óbitos por câncer,

remete-nos às seguintes observações.

O principal câncer a acometer a população brasileira continuará a ser o câncer não melanótico de pele (42.305 casos novos),

seguido pelo carcinoma da mama feminina (28.340 casos),

estômago (19.860 casos) e colo do útero (17.251).

Mama,

estômago e pulmão também serão as quatro localizações tumorais mais comuns em termos de mortalidade.

Os principais tipos de câncer apresentam-se diferentemente entre as regiões brasileiras,

por conta das discrepâncias observadas no grau de expectativa de vida,

exposição a fatores de risco e acesso aos serviços de saúde.

Musicoterapia

Musicoterapia é a utilização da música,

ou de seus elementos (melodia,

com o objetivo de promover mudanças positivas físicas,

sociais e cognitivas em uma pessoa,

com problemas de saúde ou de comportamento.

O musicoterapeuta avalia o estado emocional,

comunicativo e habilidade cognitiva através de respostas dadas pela música.

As seções,

dependendo das necessidades do paciente,

abrangem improvisação musical,

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performance e aprendizado através da música.

O paciente não precisa ter nenhuma habilidade musical para se beneficiar do tratamento e não existe um estilo particular de música que é mais terapêutico que os outros.

A função terapêutica da música não é uma descoberta recente.

A musicoterapia sempre existiu na França

Pode-se até afirmar que a musicoterapia pré-data a história no sentido de que desde a Antiguidade ela se caracteriza pela repetição e continuidade.

A noção de que a música pode mudar o comportamento de uma pessoa permanece a base para a utilização da musicoterapia.

A pesquisa recente em musicoterapia pode ser dividida em quatro períodos principais: Período inicial

com musicoterapia receptiva como condicionamento musical (Jost) para pacientes neuróticos

Segundo período,

marcado por duas correntes de pesquisa realizadas essencial-mente em odontologia e obstetrícia,

Terceiro período de pesquisa,

enfocando as aplicações de produção musical (sob a influência de métodos pedagógicos como de Wilhems e Orff),

dedicado à compreensão do papel da música no mecanismo da psique,

amplamente associado à abordagem psicanalítica.

Pesquisa adicional também tem sido feita no sentido de ampliar o campo da prática e do alcance de populações específicas.

O estudo do lugar e do papel da música envolve uma análise de como a música é organizada e produzida e dos efeitos que produz.

Com o intuito de situar a musicoterapia corretamente dentre as diferentes técnicas psicoterápicas,

convém discutir sua especificidade.

A pesquisa atual enfoca a música em si mesma,

sua estrutura e seu suporte sensorial,

Esses dois elementos estão vinculados ao funcionamento psíquico.

A música,

com seu inerente domínio de tempo e espaço,

oferece meios excepcionais de ajuda e reparação.

A música também é analisada como uma atividade social,

enfocando-se os sistemas de representação que ela pode criar na sociedade (J.

Borsallo e colaboradores,

Estival,

Rey...).

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MA – 12 a 14 de junho de 2008.

O campo de atuação da musicoterapia é muito grande,

podendo beneficiar desde crianças à idosos.

Existem trabalhos clínicos sendo realizados em várias áreas,

como: Deficiência Mental (retardo,

Deficiência Física (Paralisia,

Cerebral,

Amputações,

Distrofia Muscular Progressiva),

Deficiência Sensorial (surdez,

nas doenças mentais (área psiquiátrica,

nas áreas social (com crianças e adolescentes carentes ou de rua)

em distúrbios infantis de aprendizagem e comportamento e com gestantes,

Importância do rádio

Depois da televisão,

o rádio é o meio de comunicação de maior alcance do país.

Em 2001,

Segundo dados do Ministério das Comunicações,

o Brasil possui aproximadamente 3 000 emissoras sendo cerca de 50% para AM e 50% para FM.

O rádio é ouvido todos os dias,

por praticamente todos os brasileiros,

e não há distinção de classe social.

A razão disso é que o rádio acompanha as pessoas em casa,

durante os exercícios físicos,

Assim fica fácil concluir que o rádio é a solução para atingir com mais abrangência o mercado consumidor.

Cada ouvinte fica em média 3 horas e 45 minutos sintonizados em alguma emissora

O rádio está em 90,2 % dos domicílios

Em 15 dias o rádio tem um potencial de cobertura de 96,7% da população.

O rádio é um veículo de maior credibilidade.

Todos os anos o rádio são realizadas pesquisas para aferir a credibilidade dos vários setores da sociedade junto ao público,

e todos os anos o rádio brilha.

É o segundo em credibilidade,

está 7 posições acima do jornal e 17 acima da televisão.

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Longe de ser um meio ultrapassado,

o rádio reafirma constantemente sua condição de veículo indispensável no cotidiano das pessoas.

O jornalista Heródoto Barbeiro,

gerente de jornalismo da Rádio CBN e apresentador do Jornal da Cultura,

diz que o rádio nunca morrerá.

O que deve mudar é a forma de recepção,

e a forma de receber as transmissões.

Os equipamentos é que deixarão de existir e as pessoas começarão a ouvir áudio pelo computador,

portátil ou instalados nos próprios automóveis.

Hospital da LIGA – Unidade Luiz Antônio

A Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer é uma instituição sem fins lucrativos fundada há mais de 50 anos,

voltada ao atendimento preferencial da população mais carente.

Hoje,

cerca de 90% de seus serviços são prestados a pacientes do SUS que não poderiam pagar seu tratamento.

Realizar ações de saúde,

empregando os melhores recursos humanos e tecnológicos e valorizando o compromisso social e filantrópico.

Com essa proposta,

a Liga pretende tornar-se um centro de excelência em sua área.

Uma das mais antigas Instituições brasileiras de combate ao câncer surgia em Natal por idealismo,

com objetivos definidos de dar assistência aos cancerosos,

principalmente os mais carentes do Rio Grande do Norte.

Nascia assim através de pioneiros como Dr.

Luíz Antônio,

José Tavares,

Professora Maria Alice Fernandes e tantos outros,

o embrião deste complexo de unidade que constituem a Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer (LNRCC).

Atendendo todos os pacientes que nos procuram para tratamento e prevenção do câncer,

atingimos não só a população do nosso Estado,

como também dos municípios de estados vizinhos.

A LNRCC foi fundada em 17 de julho de 1949 por intermédio dos pioneiros oncologistas abnegados e imbatíveis Dr.

José Tavares da Silva,

Luíz Antônio dos Santos Lima,

João Tinoco Filho,

Olavo Medeiros,

Manoel Vilar de Melo,

Etelvino Cunha,

Etelvina Dulce Lemos de Carvalho,

e nossa querida professora Maria Alice Fernandes,

Trabalho apresentado no GT – Mediações e Interfaces Comunicacionais,

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Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – São Luis,

MA – 12 a 14 de junho de 2008.

Aqui prestamos nossa homenagem póstuma de gratidão pela espontânea e voluntária colaboração dos que faziam a LIGA.

Num árduo trabalho numa época difícil de manutenção desta unidade hospitalar fazendo do hospital seu objetivo maior.

Em 1992,

Luiz Antônio foi reestruturado por seus diretores em parceria com a Rede Feminina de Combate ao Câncer.

Também foram responsáveis pela aquisição do Acelerador Linear,

aparelho fundamentalmente efetivo no combate e na cura do câncer.

Hoje,

a Liga Norte-rio-grandense contra o Câncer conta com uma infra-estrutura capaz de dar atendimento de primeiro mundo a toda demanda populacional do Estado do Rio Grande do Norte,

A LNRCC foi fundada em 17 de julho de 1949 por intermédio dos pioneiros oncologistas abnegados e imbatíveis Dr.

José Tavares da Silva,

Luíz Antônio dos Santos Lima,

João Tinoco Filho,

Olavo Medeiros,

Manoel Vilar de Melo,

Etelvino Cunha,

Etelvina Dulce Lemos de Carvalho,

e nossa querida professora Maria Alice Fernandes,

Aqui prestamos nossa homenagem póstuma de gratidão pela espontânea e voluntária colaboração dos que faziam a LIGA.

Num árduo trabalho numa época difícil de manutenção desta unidade hospitalar fazendo do hospital seu objetivo maior.

Em 1992,

Luiz Antônio foi reestruturado por seus diretores em parceria com a Rede Feminina de Combate ao Câncer.

Também foram responsáveis pela aquisição do Acelerador Linear,

aparelho fundamentalmente efetivo no combate e na cura do câncer.

Hoje,

a Liga Norte-riograndense contra o Câncer conta com uma infra-estrutura capaz de dar atendimento de primeiro mundo a toda demanda populacional do Estado do Rio Grande do Norte,

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Objetivos •

Levar informação e entretenimento às pessoas que estão em tratamento

Observar,

o comportamento das pessoas ao ouvirem a programação radiofônica

Proporcionar aos ouvintes uma programação de qualidade

Criar um canal de comunicação entre hospital-pacientes-funcionários e entre familiares-pacientes através do rádio.

Desenvolvimento Nosso primeiro contato com o hospital da Liga aconteceu no dia 01 novembro de 2005.

Inicialmente fomos levados à sala de Carla Karine ,chefe do setor de auxiliar administrativo,

depois de relatarmos a idéia do nosso projeto fomos encaminhados até a diretora de RH Andréia Nunes.

A reunião,

com Carla Karine e Andréia Nunes começou às 9h e 45 minutos.

Passamos a elas a idéia de como pretendíamos executar o projeto dentro do hospital.

Nossas idéias despertaram interesses,

foram previamente aceitas e elas já dão o nome à rádio: “Rádio Se Liga”.

Nesse primeiro contato são passadas para nós informações sobre o funcionamento do hospital e sobre seus pacientes.

Carla Karine nos apresentou a estrutura física do hospital e as instalações elétricas das caixas de som e dos equipamentos que são utilizados para passar o som,

Acabamos a visita pelo hospital às 11h e 30 minutos,

já deixando o segundo encontro agendado.

No dia 03 de Novembro aconteceu nosso segundo contato,

todos os alunos já devidamente identificados com crachás.

A reunião começou às 8h e 54 minutos e traz novas pessoas para,

participar do grupo são elas: Júlio César,

que fala sobre as condições das caixas de som

Alisson Fernandes,

fala sobre o material que precisaríamos e do que eles poderiam dispor para o projeto

Margarida,

que vê a possibilidade da rádio dentro das enfermarias e mais Carla Karine e Andréia Nunes.

Também nesse mesmo dia aplicamos ________________________ 3

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uma pesquisa (segue o questionário e resultado em anexo) para saber do gosto musical dos pacientes e funcionários do hospital Luis Antônio e do DEPECOM.

Ficamos até às 14h no local,

e marcamos o dia para a entrega do resultado das pesquisas com todos os dados coletados.

A terceira reunião aconteceu no dia 10 de novembro além de todos os presentes na segunda reunião estava também Valdeluce psicóloga e responsável pelo setor de voluntários do hospital,

grupo no qual estamos inseridos.

Nela discutimos as surpresas reveladas pela pesquisa,

como a preferência por músicas de credo religioso.

Falamos também sobre como conseguir fundos para levar o projeto à frente,

e da possibilidade de participarmos de um bazar em prol disso.

Não ficou agendado nenhuma outra visita ao local.

Voltamos ao Hospital no dia 20 de dezembro na tentativa de colocar a rádio experimental em prática,

mas por problemas técnicos não foi possível.

Ficou

marcado para darmos inicio à rádio em janeiro de 2006.

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MA – 12 a 14 de junho de 2008.

Levantamento Geral do Questionário Aplicação: 04 de novembro de 2005 Local: Hospital Luiz Antônio e Anexo – Bairro Quintas Horário: Das 09h às 15h Quantidade de Entrevistados: 1 Geral – 216 2 Pacientes – 90 3 Acompanhantes – 65 4 Funcionários – 61 Dados percentuais: 1) Você Gosta de Rádio

SIM NÃO

Sim – 91,67% Não – 8,3,3%

MÚSICA INFORMAÇÃO OUTROS

? Música – 75% Informação – 35,19% Outros – 4,63% ________________________ 3

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MA – 12 a 14 de junho de 2008.

Sim – 31,48% Não – 66,28% Não opinaram – 2,32%

4) Se sim,

por qual Meio de Comunicação

RÁDIO

JORNAL

REVISTA

OUTRO

Rádio – 3,7% Jornal impresso – 1,85% TV – 26,39% Revista– 2,31% Outro – 1,39%

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Professor do Curso de Comunicação Social da UFRN,

Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – São Luis,

MA – 12 a 14 de junho de 2008.

SIM NÃO NÃO OPINARAM

Sim – 45,37% Não – 37,96% Não opinaram – 16,67%

SIM NÃO

Sim– 93,98% Não – 6,02%

Trabalho apresentado no GT – Mediações e Interfaces Comunicacionais,

evento componente do X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 5 Estudante de Graduação 6º.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 6 Estudante de Graduação 9º.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 7 Orientador do trabalho.

Professor do Curso de Comunicação Social da UFRN,

Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – São Luis,

MA – 12 a 14 de junho de 2008.

SIM NÃO

Sim– 37,04% Não – 62,96%

SIM NÃO NÃO SABEM

Sim– 95,37% Não – 3,7% Não sabem – 0,93%

Trabalho apresentado no GT – Mediações e Interfaces Comunicacionais,

evento componente do X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 5 Estudante de Graduação 6º.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 6 Estudante de Graduação 9º.

semestre do Curso de Comunicação Social- Radialismo,

email: [email protected] 7 Orientador do trabalho.

Professor do Curso de Comunicação Social da UFRN,

Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – São Luis,

MA – 12 a 14 de junho de 2008.

Levantamento geral do questionário gêneros musicais Aplicação: 04 de novembro de 2005 / LOCAL: Hospital Luiz Antônio e Anexo – Bairro Quintas / horário: Das 09h às 15h Quantidade de entrevistados: 5 Geral – 216 6 Pacientes – 90 7 Acompanhantes – 65 8 Funcionários – 61 Dados percentuais quanto ao gênero musical preferido dos entrevistados.

RELIGIOSA

MPB TUDO SERTAN