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TRABALHO E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES ACERCA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Santos, Quéren Anie R dos - UEL 1 Silva, Maria Ruth Sartori da.

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO: REFLEXÕES E

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O E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES ACERCA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Santos,

Quéren Anie R dos

Maria Ru...

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TRABALHO E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES ACERCA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Santos,

Quéren Anie R dos

Maria Ruth Sartori da.

- UEL2

INTRODUÇÃO O novo currículo do curso de pedagogia em uma Universidade do interior do Paraná acaba com as habilitações e cria o pedagogo “Generalista” sem especificidade definida,

mas para atuar em todas as áreas do conhecimento pedagógico,

o que gera muitas discussões entre a necessidade do pedagogo especialista ou não,

e como se dará essa nova formação.

As discussões a respeito desses novos paradigmas para o curso de pedagogia ganharam respaldo nos encontros pedagógicos promovidos pelo “Projeto de Pesquisa em Ensino”,

realizado pelos professores do departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina,

na busca por levar ao conhecimento dos alunos os debates a cerca do novo currículo do curso de pedagogia.

Estamos vivenciando,

uma intensa transformação na sociedade,

onde as relações do mundo do trabalho estão cada vez mais excludentes,

deixando para trás um gama considerável de pessoas desempregadas e marginalizadas.

Essas marcas deixadas na sociedade em função da expansão do capital e da globalização chegam á educação com força total.

Com este novo modelo de produção,

a formação necessária para que as pessoas consigam adquirir um mínimo de conhecimento prático para atuar nesse sistema é constantemente discutido,

tanto nas escolas quanto nos cursos de formação de professores.

Assim,

a discussão da formação para o trabalho ganha intensa repercussão nessas instituições.

Aluna do 3 ano do Curso de Pedagogia na Universidade Estadual de Londrina – contatos pelo e-mail: [email protected] 2 Orientadora da referida aluna.

Com o Projeto de Iniciação Científica: O PAPEL DO PEDAGOGO NA CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA que ora estamos desenvolvendo possui o objetivo buscar refletir e compreender qual será a formação necessária para que o pedagogo desenvolva um trabalho articulador entre as políticas publicas e a educação como forma de superação da alienação e de construção de um trabalho coletivo com envolvimento entre escola e sociedade

? O referido estudo está ocorrendo através de leitura,

resenhas e discussões de textos e livros,

bem como reuniões com o grupo maior do Projeto de Ensino e Pesquisa.

Como resultado das discussões que tem se efetivado estamos a tentar compreender a realidade a qual o Pedagogo está inserido e as relações de trabalho,

na perspectiva da reestruturação produtiva.

Neste sentido,

o trabalho Segundo Marx é necessário para que o Homem possa garantir a sua sobrevivência através das relações materiais de produção,

no modelo neoliberal de trabalho,

esta força humana é explorada,

transformando o trabalho e as relações de produção,

em altíssimos lucros para os grandes proprietários das empresas capitalistas.

Sobre esta questão da produção material para a existência Humana,

Paro,

(1998,

p.107) coloca que: Para ter acesso aos meios de produção e poder produzir sua própria existência material,

o trabalhador tem que se submeter-se às regras do capital,

realizando um trabalho forçado,

mas ao proprietário do capital.

As relações de trabalho no modelo neoliberalista/capitalista,

transformam o trabalhador em mero produtor das suas riquezas,

alienando-o do produto do seu trabalho,

explorando sua força e visando tão somente a expansão do capital.

A educação escolar atual como sabemos é intimamente influenciada pelos princípios neoliberais,

onde o conceito de formação para o capital humano está cada vez mais nítido.

A educação como um investimento produtivo,

melhor formação e capacitação serão iguais ao aumento dos lucros e da produtividade.

De conformidade com as políticas de aumento da produtividade e do lucro

querem transformar a escola para que ela passe a conceber este caráter de formação para o lucro e não mais a formação Humana e integral do cidadão em todos os

âmbitos,

implantando no sistema escolar,

Excelência,

As políticas de gestão que antes eram utilizadas apenas para administrar as empresas,

agora surgem no sistema escolar,

colocando a escola como responsável por formar cidadões aptos ao mercado de trabalho,

quanto melhor a formação e a capacitação,

maiores serão os aumentos dos lucros e da produtividade.

Frigotto caracteriza a concepção de formação para o capital humano nas escolas,

descrevendo que: A idéia chave é de que a um acréscimo marginal de instrução,

treinamento e educação corresponde um acréscimo marginal na capacidade de produção.

Ou seja,

a idéia de capital humano é uma “quantidade” ou um grau de educação e de qualificação,

tomando como indicativo de um determinado volume de conhecimentos,

habilidades e atitudes adquiridas que funcionam como potencializadoras da capacidade de trabalho e de produção.

(FRIGOTTO,

2003,

A escola agora torna se responsável por formar o lucro Humano,

a mão de obra para a manutenção sistema capitalista.

As práticas pedagógicas e a visão crítica que levará o educador a pensar a sua atuação diante dessas visões distorcidas da real necessidade de formação do cidadão,

devem permear todo o percurso de formação deste profissional,

assim como direcionar o currículo dos cursos de Pedagogia.

As reformulações do curso de pedagogia parecem não estar atendendo as reais necessidades da formação do profissional pedagogo,

que deveriam estar voltadas para a realidade social em que vivemos.

Este distanciamento entre as práticas sociais e as políticas educacionais não favorecem a formação de um pedagogo crítico capaz de desenvolver uma gestão democrática e de resolver ou atuar como agente transformador das realidades vividas na prática do cotidiano escolar.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) assegura aos cidadãos a gratuidade do ensino,

a educação na construção da cidadania e a gestão democrática nas instituições públicas (Dourado2007).

As novas diretrizes para o curso,

ainda que modifique alguns aspectos da formação do Pedagogo,

não deixa de enfatizar a importância da gestão democrática e da autonomia no currículo das instituições que oferecem o curso,

pois é através desta formação que o

quando atuar nas escolas e ou em outros espaços,

deverá propor esta gestão anti-autoritária e democrática.

No entanto nos resta saber se estas instituições formadoras atuam realmente como um espaço democrático,

de formação política descentralizadora ou são mais um espaço onde estes princípios democráticos são vistos de forma superficial e com caráter individualista,

e reprodutor das ideologias dominantes.

Pensar e atuar no campo da educação,

como atividade social prática de humanização das pessoas,

implica a responsabilidade social e ética de dizer não apenas porque fazer,

Isso envolve necessariamente uma tomada de posição pela pedagogia,

na qualidade de dispositivo teórico e prático de viabilização das práticas educativas.

(LIBANEO.

P.16)

Com base na afirmação de Libâneo sobre o papel da educação pensamos que a formação integral do pedagogo é essencialmente necessária para a construção de práticas educativas que contribuam para a melhoria da educação.

No entanto pretendemos compreender o que seria necessário para que se alcance esse ideal de educação,

e essa formação sólida de que o pedagogo necessita e como se daria na prática a aplicação destes estudos na construção de uma gestão e de uma educação mais democrática.

A flexibilidade que está cada vez mais sendo exigida para o Pedagogo e é percebida quando analisamos o perfil deste profissional,

contido nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia,

que além de ser responsável pela atuação em sala de aula,

Freitas (2006,

p.8) avalia que Estas Diretrizes,

alteram significativamente a concepção de formação do pedagogo construída pelo movimento dos educadores da área da educação.

Ao mesmo tempo confunde,

a temática da política acadêmica e científica da área com a política do exercício profissional,

ao extrair dos campos de atuação,

Por outro lado,

o que se analisa é que os profissionais sairiam do modelo marcado pelo parcelamento do trabalho na escola,

diz que a compartimentação é igual como ocorre no trabalho fragmentado nos sistemas de produção da sociedade capitalista,

para uma atuação de envolvimento e responsabilização das tarefas diárias,

a definição das características das transformações na divisão técnica do trabalho”.

A divisão do trabalho escolar advém da separação entre a propriedade dos meios de produção e da força de trabalho.

Com a nova organização do trabalho em que o que se diz como superação da fragmentação do trabalho que passa a ser substituída pela multitarefa e a necessidade neste novo desenho,

A base desta reconfiguração está fundamentada no toyotismo,

o qual reorganiza o trabalho e a sua gestão,

Estas mudanças que ora se evidencia está nos auspícios de fazer com que a escola não seja capitalista.

Assim visto,

a precarização do trabalho do Pedagogo,

pois no sentido de que se antes ele sabia de sua tarefa e de seu posto,

acaba agora por perder a sua função,

tendo sua atuação voltada apenas para a resolução de problemas Assim,

onde havia dois Pedagogos nas figuras do Orientador Educacional e do Supervisor Escolar,

têm-se agora um Pedagogo,

flexível que irá resolver todos os problemas da escola.

Por outro lado,

vemos o enxugamento do Estado com a diminuição de pessoal,

por conta da nova reestruturação produtiva.

O neocapitalismo que ora desestrutura a educação,

a partir do fato de que ela tem sido destaque nos debates,

sendo colocada num ponto privilegiado.

Propõe uma festejada qualidade da educação que é assumida como prioridade por vários setores governamentais,

enquanto forma eficaz para a realização mais eficiente,

para refinar e aprofundar o projeto de capitalismo e suas novas formas de acumulação.

Esta discussão se encontra no bojo das discussões que se processam,

referentes às diretrizes curriculares para o curso de pedagogia.

As mudanças,

não apontam para uma transformação social de qualidade não rompem com o sistema capitalista.

Neste ponto utilizando-se da educação para interiorizar as condições legitimadoras do sistema produtivo,

com o objetivo de levar à aceitação passiva da exploração do trabalho enquanto mercadoria,

que em nosso caso é a educação,

Os profissionais da educação,

agora precisa aprender os vários processos para que possa atuar na escola nas várias funções de acordo com as necessidades do dia-a-dia,

que conforme aponta Oliveira (2004,

p.77) que está a exigir “um trabalhador que aprende vários processos e que é capaz de ser deslocado para as várias tarefas de acordo com a necessidade da produção diária.

O que significa que

todos devem estar tentos para resolver os problemas”.

Agora polivalentes e multifuncionais vão tratar apenas das questões urgentes na escola,

a busca de pensar na escola para além dos seus muros.

A atuação dos Pedagogos na escola tem provocado que estes profissionais fiquem à mercê das necessidades imediatas da escola,

distanciando-se das propostas de contribuir com a transformação,

o que leva ao esvaziamento e aos equívocos em seu fazer.

A partir da acumulação flexível,

exige também um profissional flexível que vai combinar e dar sustentação ao pensamento neoliberal,

na perspectiva da integração do capitalismo globalizado em que “o sistema financeiro internacional se altera radicalmente e a divisão internacional do trabalho é redesenhada” (Fiori,

1995,

184).

Desse modo faz-se necessário à compreensão enquanto a relação entre classes sociais antagônicas no sistema capitalista,

que substitui a rigidez por flexibilização propiciando a abertura de um campo favorável às mudanças,

reformas e ajustes na qual está inserida a proposta Toyotista de reorganização do trabalho e fundamenta-se,

“no trabalho operário em equipe,

com multivariedade de funções”.

A GESTÃO A administração escolar está fundada nas teorias da administração empresarial,

com o objetivo de organizar as empresas capitalistas,

por conta da generalização das teorias administrativas que colocam uma dura relação entre estrutura econômica da sociedade e sua superestrutura jurídico-política e cultural.

Desse modo podemos afirmar que a sociedade capitalista se organiza obedecendo as imposições da estrutura econômica,

contra as demais esferas que formam a organização social.

No Brasil,

a caminhada da educação nos mostra a imposição da ordem capitalista sobre o espaço escolar,

apontando-nos que as diversas concepções teóricas de organização da escola se resumem no fenômeno que Oliveira (1993,

O Pedagogo em seu fazer,

possui a responsabilidade de discutir,

buscar soluções para as práticas pedagógicas,

no que tange a uma construção coletiva.

Segundo Apple (1997,

a criticidade “envolve a compreensão de conjuntos de circunstâncias

historicamente contingentes e das contraditórias relações de poder que criam as condições nas quais vivemos”.

Necessitamos de uma nova racionalidade,

que aponte para a importância e o compromisso da educação e de seus educadores,

diante das necessidades sociais humanas.

Considerando que a administração da escola precisa estar em intimamente ligada com as ações dos demais educadores que compõem a comunidade escolar (entre os quais destacamos o Pedagogo)

precisa estar antenada e comprometida com uma educação que contribua com a aquisição de valores,

tais como os de liberdade e de direitos,

a fim de que a juventude possa ser estimulada a intervir na sociedade de seu tempo.

A participação nas decisões dos rumos da escola está diretamente ligada ao princípio da autonomia escolar,

defendido pela pedagogia Histórico Crítica.

Traz a possibilidade de decidir pelos rumos de seu agir,

de forma organizada e planejada,

aos participantes do processo educativo.

Para tanto,

precisam conhecer com profundidade a realidade em que a escola está inserida.

Neste sentido,

a participação dos envolvidos no processo educativo ocorrerá em nível interno da escola,

quando esta se constitui no espaço da formação e da aprendizagem coletiva.

Em nível externo,

a participação neste processo,

ocorre quando a escola torna-se um lugar aberto,

capaz de interagir com o meio social mais amplo e contribuir,

através da produção de novos conhecimentos,

com sua melhoria e transformação.

O princípio da autonomia3,

em que se pauta a ação participativa,

a tomada de decisão coletiva e abre espaços para o questionamento das necessidades reais da comunidade.

Consolida,

a ação democrática que pressupõe a responsabilidade de cada participante pelo cumprimento dos objetivos coletivamente definidos.

Por isso mesmo,

a autonomia precisa ser gerida,

implicando co-responsabilidade consciente,

partilhada e solidária de todos 3

Autonomia é a capacidade de se auto governar (HOUAISS,

2001).

De acordo com Freire (2000,

p.121) ela “vai se constituindo na experiência de várias,

que vão sendo tomadas [...] Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém,

ninguém amadurece de repente aos 25 anos.

A gente vai amadurecendo todo o dia,

A autonomia enquanto amadurecimento do ser para si,

é processo,

é vir a ser.

Não ocorre com data marcada.

É neste sentido que uma pedagogia da autonomia tem que estar centrada nas experiências estimuladoras da decisão e da responsabilidade vale dizer,

em experiências respeitosas da liberdade”.

os resultados de sua atividade,

a formação cultural e cientifica dos alunos e o desenvolvimento neles de potencialidades cognitivas e operativas (LIBÂNEO,

2003,

334).

A participação na administração e organização da escola tem no princípio da formação do Colegiado Escolar a sua institucionalização e a possibilidade de efetivação.

Suas atribuições,

normalmente são definidas por legislações específicas dos órgãos competentes e se compõe por indivíduos representativos,

dos diversos segmentos da escola e da comunidade onde a escola se insere.

Em sua composição deve haver representante

técnico-

APMF,

membros da comunidade em que a escola está inserida,

sendo presidido pelo diretor da escola.

O Colegiado Escolar,

na perspectiva da gestão democrática,

não significa estar somente a serviço de situações emergenciais ou,

servindo apenas para dar seu aval a decisões mais polêmicas ou conflituosas,

sua função principal é a de estar permanentemente constituído e atuante,

a formação democrática de seus membros e a vivência cidadã.

Favorece,

a ruptura com a cultura autoritária e possibilita a formação de uma consciência crítica e do espírito democrático entre aqueles que participam da escola,

Enquanto um ato político,

embuído de ação intencional,

a educação exige a realização do planejamento e o estabelecimento de metas para o desenvolvimento de suas ações.

Assim,

o planejamento da educação constitui-se na espinha dorsal da administração participativa da escola,

pois prevê as possibilidades e os recursos necessários para a concretização das ações,

visando cumprir metas e objetivos propostos.

A construção do Projeto Político Pedagógico da escola e de seu Regimento Interno,

dialogada e calcada nas condições reais de existência da escola e de seus membros,

possibilita o desenvolvimento de ações efetivas na solução de problemas e na melhoria dos resultados do processo educativo.

Além disso,

há que se prever que o espaço democrático é o espaço onde o sentido de justiça,

voltado para o contínuo aperfeiçoamento das relações humanas e o desenvolvimento pessoal e profissional de seus integrantes.

Uma escola que se quer democrática centrará sua ação e preocupação com o desenvolvimento,

bem como vai promover uma constante qualificação pessoal e

profissional de seu corpo técnico-administrativo e pedagógico nos aspectos técnico,

A esse respeito,

Libâneo (2003,

lugar de aprendizagem em que todos aprendem a participar dos processos decisórios,

mas constitui também o local em que os profissionais desenvolvem seu profissionalismo".

No entanto,

nenhuma das ações poderá de fato tornar o espaço escolar participativo se não estiver fortemente fundado em situações concretas das necessidades e dificuldades enfrentadas pela comunidade e por seus membros,

A escola e a comunidade podem desenvolver ações e propor soluções para os mais diferentes problemas.

Ao mesmo tempo,

sociabiliza ações educativas de transformação do social,

a partir do estabelecimento de novos parâmetros,

para as relações sociais e produtivas.

na concretização de objetivos comuns do desenvolvimento humano,

retoma e reorganiza as ações.

A escola que vemos hoje está marcada pelos princípios burocráticos,

calcados na racionalização que sempre marcou a administração empresarial.

Os modelos de gestão postos pelo Estado para a escola hoje partem da reordenação colocada pelo Banco Mundial,

que vê na Gestão das Escolas uma estratégia para o conservadorismo da racionalidade técnica e instrumental.

Para efetivar as recomendações desta Instituição Internacional,

vemos claramente a construção legal para sua efetivação no artigo 14 da LDBEN 9394/96,

que diz: Os sistemas de ensino definirão as formas de gestão democrática do ensino público na educação básica,

de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: 1 – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola

(...) os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira (...).

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