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Anestesia Paravertebral com Lidocaína ou Ropivacaína em Equinos: Estudo Comparativo

recomendações para anestesia regional em cirurgia ambulatória

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vertebral com Lidocaína ou Ropivacaína em Equinos: Estudo Comparativo Sousa,

Duqu...

Description

Anestesia Paravertebral com Lidocaína ou Ropivacaína em Equinos: Estudo Comparativo

Sousa,

L.M.1

Duque,

J.C.M.

Souza,

M.H.T.1,

Coelho,

C.M.M.3,

Valadão,

C.A.A.4

PALVRAS-CHAVE: anestesia locorregional,

entre eles: o tipo de procedimento cirúrgico,

as instalações disponíveis,

a experiência do profissional que realizará a anestesia,

a condição física do animal e o custo total do procedimento.

O reconhecimento e o tratamento da dor nos animais é responsabilidade do médico veterinário.

A dor pós-operatória,

bem como o estresse em resposta ao trauma sofrido,

com a utilização de anestesia e analgesia regional,

reduzindo a morbidade pós-operatória (POLYDORO,

JOHNSTON et al.,

2002).

Embora existam muitas técnicas para se realizar analgesia e anestesia em equinos,

é importante lembrar que essa espécie tem inúmeras complicações que podem ser fatais quando não resolvidas de forma correta e por pessoal especialmente treinado.

Essas complicações estão associadas com a temperatura corpórea,

o tamanho da massa corporal e a anatomia toracoabdominal.

Apesar de o conhecimento da farmacologia das substâncias ser essencial para uma técnica anestésica segura,

não deve limitar-se somente a isso.

O decúbito prolongado é uma posição não natural em cavalos e esse fator dificulta a indução e a recuperação anestésica.

É importante se conhecer os efeitos deletérios na função cardiopulmonar e o inadequado fluxo sanguíneo muscular associado ao decúbito lateral e dorsal (JONHTSON et al.,

HUBBELL,

2007).

O índice de mortalidade associado com anestesia eletiva em equinos é alto quando comparado com o observado em humanos e outras espécies,

com maior incidência em casos emergenciais e procedimentos realizados fora do horário comercial (JOHNSTON et al.,

HUBBELL,

2007).

Revisado pelo orientador

2Professor orientador da EVZ/UFG,

3Doutoranda do curso de pós graduação em cirurgia veterinária da FCAV/UNESP/Jaboticabal,

4Docente de anestesiologia veterinária da FCAV/UNESP/Jaboticabal.

E-mail para contato: [email protected]

Por esses motivos,

sempre que possível é preferível realizar os procedimentos cirúrgicos com o paciente equino em posição quadrupedal após realização de uma técnica de anestesia local adequada para o tipo de cirurgia.

Há pelo menos quatro técnicas para se obter anestesia da região abdominal e lombar em equinos em posição quadrupedal: (a) anestesia por infiltração,

(b) anestesia paravertebral toracolombar,

(c) anestesia epidural segmentar dorsolombar e (d) anestesia subaracnóidea segmentar toracolombar.

Existe ampla variedade de anestésicos locais,

2000).

Atualmente,

os mais empregados na medicina veterinária são a lidocaína e a bupivacaína,

por questões econômicas e de praticidade,

pois em alguns casos é difícil encontrar outros anestésicos mais recentemente desenvolvidos a preços razoáveis e em quantidades suficientes para uso em grandes animais.

A ropivacaína é um fármaco de ação local da classe das amidas que fornece maior período de bloqueio anestésico com menor incidência de efeitos indesejáveis,

como toxicidade cardiovascular e bloqueio motor no homem,

mas em equinos as informações sobre esse anestésico são praticamente inexistentes.

Neste trabalho foram avaliados os efeitos cardiorrespiratórios e sobre o limiar nociceptivo elétrico da anestesia paravertebral com lidocaína ou ropivacaína em equinos.

comportamentais e sobre o limiar nociceptivo elétrico da anestesia paravertebral com lidocaína ou ropivacaína em equinos,

mimetizando uma situação de laparotomia exploratória pelo flanco com os animais em posição quadrupedal.

Foram utilizados doze equinos adultos,

hígidos,

pesando entre 280 e 370 quilos.

Os animais foram mantidos em piquetes a céu aberto com pasto e água ad libitum.

Os equinos foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos que receberam anestesia paravertebral com lidocaína (GL) ou com ropivacaína (GR).

Instrumentação dos animais No dia da realização dos experimentos os animais não foram submetidos a jejum hídrico ou alimentar,

foram colocados no tronco de contenção e mantidos em posição quadrupedal durante todo o tempo.

Foi realizada tricotomia ampla da região do flanco e na área do pescoço seguida de antissepsia cirúrgica.

Após a tricotomia da região do flanco esquerdo foram identificadas e demarcadas,

as referências anatômicas para a realização da anestesia paravertebral e os dermátomos correspondentes aos nervos espinhais T18,

L1 e L2.

Cada região correspondente aos dermátomos foi dividida em três áreas (A,

B e C) para facilitar a posterior determinação e registro do limiar nociceptivo.

Em cada área foram colocadas duas agulhas para permitir o acoplamento dos eletrodos do eletroestimulador.

A anestesia paravertebral foi realizada conforme técnica descrita por SKARDA & TRANQUILLI (2007).

Foram utilizadas lidocaína 2% (Hypofarma.

Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda.

Ribeirão das Neves/ MG) e ropivacaína 1% (AstraZeneca AB,

Södertaljë,

Suécia ).

O volume foi de 20 mL em cada ponto (15 ml no ramo superficial e 5 ml no ramo profundo) totalizando 60 mL por animal.

Parâmetros avaliados A frequência cardíaca (FC) e o traçado eletrocardigráfico foram avaliados pelo módulo de eletrocardiografia de um monitor multiparamétrico (Dixtal DX2010.

Dixtal Biomédica Ind.

Ltda.

São Paulo,

Brasil).

A frequência respiratória (f) foi avaliada por contagem da movimentação do gradil costal.

As pressões arteriais sistólica (PAS),

diastólica (PAD) e média (PAM) foram obtidas pelo método não invasivo,

com o manguito do monitor multiparamétrico acoplado na base da cauda.

A motilidade intestinal (MI) foi obtida por meio de auscultação das regiões dorsal e ventral dos flancos esquerdo e direito com estabelecimento de escores conforme metodologia descrita por SINGH et al.

(1997).

A temperatura retal (TR) em graus Celsius foi aferida com auxílio de um termômetro digital.

Também foram registradas quaisquer alterações motoras,

pela observação de ataxia ou fraqueza dos membros pélvicos durante a deambulação do animal a cada avaliação de

As alterações comportamentais foram avaliadas pela presença de inquietação nos animais.

Horários de micção e defecação também foram anotados.

O limiar nociceptivo elétrico (LNE) foi avaliado pelo uso de eletroestimulador (S48 Square Pulse Stimulator,

Grass Thechnologies,

West Warwick – USA) com os eletrodos acoplados às duas agulhas em cada área (A,

B e C) de cada região correspondente aos dermátomos T18,

L1 e L2 (regiões 6,

7 e 9,

Foi aplicado um estímulo simples em cada área,

começando com intensidade de 10 volts,

caso não houvesse uma resposta aversiva por parte do animal a intensidade era aumentada para 20 volts e o estímulo aplicado novamente.

A voltagem de corte foi estabelecida em 40 volts,

momento em que se assumia que havia anestesia cirúrgica.

As respostas consideradas como aversivas foram movimentar o corpo no tronco tentando fugir do estimulo,

escoicear e virar a cabeça em direção à região estimulada.

Contrações musculares sem manifestações de aversão não foram consideradas como respostas aversivas.

Momentos de avaliação: Os parâmetros clínicos foram avaliados antes da realização de qualquer procedimento (T0) e de 30 em 30 minutos até seis horas após a realização da anestesia paravertebral (T30,

T120,

T150,

T180,

T210,

T240,

T270 e T300,

Já o LNE foi avaliado antes (T0),

aos cinco (T5) e aos quinze (T15) minutos após a anestesia paravertebral e depois em intervalos de 30 minutos até os 480 minutos (T30,

T120,

T150,

T180,

T210,

T240,

T270,

T300,

T330,

T360,

T390,

T420,

T450 e T480,

Análise estatística: Os dados obtidos na fase experimental foram submetidos a análise estatística pelo programa de computador Jandel SigmaStat for Windows.

O teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov foi usado para verificar a distribuição normal dos dados,

que estão apresentados com médias ± desvios padrão.

Utilizou-se a análise de variância de uma via com medições repetidas,

seguida do teste de Student-Newman-Keuls,

para detectar diferenças entre os diferentes momentos nos grupos.

Para detectar diferenças entre os grupos nos diferentes momentos foi empregado o teste t de Student.

Para a análise dos dados não paramétricos foram empregados os testes de Kruskal-Wallis e de Mann-Whitney.

As diferenças foram consideradas significativas quando p≤0,05.

temperatura e motilidade intestinal A FC foi maior no GL à observada no GR em T0,

T60 e T120 (p=0,02).

Não houve diferenças ao longo do tempo em nenhum dos dois grupos (Tabela 1,

Figura 1).

A f foi superior no GR à observada no GL no momento T60 (p=0,017).

Não houve outras diferenças entre os grupos,

em relação aos respectivos T0,

em nenhum dos dois grupos (Tabela 1,

Figura 2).

A TR foi superior em todas as avaliações no GL,

quando comprada aos valores observados em T0 (p=0,001).

Entre grupos,

a TR foi maior no GL a partir de T30 e até o final das avaliações,

em comparação com os valores observados em GR (T30: p=0,037

T60: P=0,007

T90: P=0,019

T120: P=0,005

T150: P=0,016) (Tabela 1,

Figura 3).

A PAS aumentou em T30 (p=0,037),

T90 (p=0,033) e T120 (p=0,007),

em comparação com T0 no grupo GL.

(Tabela 1,

Figura 4).

A PAD foi superior em T30 (p=0,014)e T120 (p=0,017) à observada em T0 no grupo GL.

No grupo GR a PAS aumentou transitoriamente em T30,

T60 e T90,

em relação aos outros momentos.

A única diferença entre grupos foi observada em T60,

quando a PAD foi superior no GR (p=0,044) (Tabela 1,

Figura 5).

A PAM aumentou transitoriamente em T30,

T60 e T90,

em relação aos outros momentos no GR (P