PDF- revisitando o tema da guerra -rebelião escrava e política na década de 1830: o impacto da revolta - Revisitando o Dossiê Brasil Império

Revisitando o Dossiê Brasil Império Tendo a acreditar que,

Description

APRESENTAÇÃO

Revisitando o Dossiê Brasil Império

Tendo a acreditar que,

dentre os indicadores privilegiados para a compreensão da cultura de uma época,

um dos mais formidáveis seja sua produção historiográfica.

A História é um saber caracterizado pela reunião de vestígios que trazem aos nossos dias uma presença transfigurada do passado.

Esta operação de transfiguração,

não se faz ao acaso.

A evocação dos mortos e sua ressurreição discursiva tem como móvel questões que dizem de nossa contemporaneidade.

Os efeitos de real construídos pelos historiadores alimentam certa fome de respostas.

Nunca é supérfluo recordar que os passados recompostos pelas mãos que historiam não correspondem a nada mais que uma seleção de vestígios e fontes,

baseada em dada quantidade de escolhas.

Lidamos sempre,

não com reflexos reais de um pretérito presente,

com nossa capacidade de construir e demandar uma versão a respeito dele.

Assim,

reeditá-lo enquanto presença em nossas tentativas de recuperação dos vestígios do passado é tarefa que atrai um crescente grupo de historiadores.

No conjunto destes,

incluiríamos sem maiores remissões,

René Rémond,

da Universidade de Nanterre/França.

Rémond faleceu em abril de 2007 e,

dedicou boa parte de sua existência ao estudo das questões políticas dos oitocentos na Europa.

Para ele,

dada a sua importância para o liberalismo,

teria sido dotado de certa dose de “intensidade.” Dever-se-ia,

de forma bastante tocada de europocentrismo,

o interregno entre o Tratado de Viena de 1815 e a primeira guerra mundial,

como recorte cronológico privilegiado para a sua análise.

Ultrapassando o que fora proposto por estes marcos e recortes,

segundo número de nossa Revista Mnemosine,

do Programa de Pós-Graduação em História da UFCG,

procura conjugar diferentes regimes de historicidade e percepção da passagem do tempo,

marcos cronológicos que não se prendem a um certo ritmo de percepção dos oitocentos muito naturalizado entre nós.

Confrontar o tempo da memória e da história dos europeus com o tempo das sociedades colonizadas da América,

de forma a destacar suas especificidades é um exercício instigante,

para cujo exemplo podemos evocar o trabalho de Ana Lúcia Vulfe Nötzold sobre a representatividade dos discursos das autoridades provinciais frente ao processo de “civilização” e catequese dos Kaingang,

habitantes das regiões norte e nordeste do Rio Grande do Sul.

Suas reflexões se situam em um

momento de intensa entrada de imigrantes europeus e expansão do modelo capitalista de produção agrícola.

Em sua análise dos documentos e textos do século XIX sobre a questão indígena,

dois momentos de percepção se destacam: um para a representação hegemônica sobre o Kaingang como“selvagens,

indolentes e ferozes.” Outro para sua estereotipação como “entes errantes à espera da luz do cristianismo.” “A primeira evidência literária da evolução do verbo civilizer para o conceito de civilization é encontrada,

de acordo com descobertas modernas,

na década de 1760.”1 Como argumentei em um de meus escritos,

a ideia antítese de civilização,

representação que nasceu na antiguidade greco-romana,

receberia sentidos diferentes em cada uma das teorias políticas modernas.2 Para Hobbes,

barbárie designava um estado primitivo,

no qual o homem era lobo do próprio homem e as garantias individuais básicas estavam ameaçadas.

Para Rousseau,

a barbárie não estava propriamente no estado primitivo dos homens,

mas na degeneração e no desvirtuamento de sua sociedade civil.

De forma geral,

a herança iluminista que se prolongou no imaginário dos homens da primeira metade dos oitocentos identificava a barbárie com a ausência das luzes.

Nas primeiras décadas do século XIX o critério de avaliação das humanidades não européias pelos arautos da civilização ainda era mais filosófico do que científico.

Nesse sentido,

o artigo de Cláudio Daflon se propõe a estudar os sentidos com os quais Juan Bautista Alberdi usava e modificava o conceito de “civilização”,

especificamente através do estudo de sua obra Bases y puntos de partida para la organización política de la República Argentina,

A pesquisa tem como objetivo explorar as relações do termo e seus vários significados com o tipo de projeto de nação que o autor propunha no momento em que estava escrevendo suas Bases.

Já Edson Silva estuda como,

a partir da segunda metade do século XIX,

intensificaram-se a afirmações oficiais do desaparecimento dos índios em Pernambuco e da extinção dos aldeamentos.

A extinção dos aldeamentos estava baseada na idéia de assimilação dos índios.

Com essa idéia de que as aldeias eram fantasias,

e que por isso não havia mais razão para existirem,

senhores de engenho e latifundiários,

sobretudo após a Lei de Terras de 1850 ampliaram suas invasões nas terras dos antigos aldeamentos em Pernambuco.

Os grupos remanescentes,

ELIAS,

Norbert.

O processo Civilizador.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar,

1994.

AGUIAR,

José Otávio.

A transferência da Corte Portuguesa e a tortuosa trajetória de um Revolucionário Francês no Brasil: Memórias e Histórias de Guido Thomaz Marlière (1808-1836).

Campina Grande-PB: EDUFCG,

2008.

435 p.

primeiras décadas do século XX,

colocaram em questão crenças e afirmações sobre o desaparecimento indígena na Região,

conquistaram considerável visibilidade política em anos recentes.

A partir de uma pesquisa documental e principalmente de relatos de memórias orais de indivíduos Xukuru do Ororubá,

Edson procurou compreender como esse povo,

a partir das experiências vivenciadas,

estabeleceu relações com a história e expressou suas interpretações do passado em diálogo com as situações do presente.

Revisitar a historiografia e as crônicas de viagem sobre os índios de Minas,

Para aquém dos recentes esforços de pesquisa arqueológica,

que tem revelado dados promissores,

não obstante ainda permaneçam sem suficiente conexão entre si,

contribuir para a percepção das especificidades dos relatos sobre as etnias Puri e Coroado da Zona da Mata Central de Minas Gerais nas últimas décadas do século XVIII e nos primeiros treze anos do século XIX.

Suspeita-se,

por afinidades lingüísticas,

que estes índios fossem de etnia Macro-jê,

por uma seqüência de dados concatenados que sua biologia e cultura foram um dos vetores essenciais para a formação das que hoje se encontra na região do vale de um dos principais afluentes do Paraíba do Sul: o Rio Pomba.

Percorrendo listas de documentos dispersos nos arquivos de paróquias ou consultando as seqüências organizadas no princípio do século XX.

Na Revista do Arquivo Público Mineiro,

procurei abrir campo para a leitura de relatos sobre os primeiros contatos interétnicos e transculturais,

na construção do substrato de cultura híbrida que se formou naquela zona de contato,

buscando levantar hipóteses sobre sua forma de conceber,

promover e ritualizar a guerra.

Indo adiante nos estudos sobre relações de gênero,

Harriet Karolina e Juciene Apolinário analisam as relações entre violência e gênero em Campina Grande e seus arredores geográficos e culturais entre os anos de 1866 e 1881.

A pesquisa foi conduzida junto à documentação do 1º Tribunal do Júri do Fórum Afonso Campos e busca esmiuçar as relações sociais que permearam crimes de homicídio,

invasão domiciliar e defloramento.

incidentes constituíram parte do dia-a-dia feminino e coube às autoras detectar como tais mulheres reagiam culturalmente às mais distintas formas de violência descritas.

O trabalho se destaca de uma série de esforços meritórios de pesquisa e catalogação da documentação do referido Fórum,

movidas por alunos e professores da Unidade Acadêmica de História e Geografia da UFCG.

Dentre estes docentes,

tem colhido os frutos de seu trabalho nos programas de Iniciação Científica.

Durante o Império caracterizaram-se uma série de modificações sociais,

mais especificamente no âmbito das mutáveis relações identitárias familiares.

Em contrapartida a essas mudanças,

diversos discursos literários que tentavam edificar para as moças jovens de então padrões pedagógicos de moral e conduta “honesta”.

Dentre os autores e obras engajados nesse tipo de literatura,

poderíamos enfileirar Joaquim Manoel de Macêdo com o seu,

“A Moreninha,” 3 e José de Alencar,

com os seus “Senhora” 4 e “Lucíola” 5.

Laborando segundo valores peculiares,

encontramos alguns contos de Machado de Assis pouco abordados pela historiografia.

Tais contos machadianos foram enfocados,

pelo trabalho de Leonardo Farias.

Leonardo dialoga com os conceitos certeaunianos de “lugar” e “espaço”,

se distribuem elementos de relações de coexistência.

Esses elementos possibilitam as cenas e os cenários literários.

Os atores machadianos são,

interpretados através de seus contos.

Laborando também com discursos,

Jucieldo Ferreira Alexandre estudou as caracterizações do cólera morbus,

partir da leitura do acervo do jornal O Araripe.

Esse periódico dedicou mais de uma centena de textos ao cólera-morbo,

que ameaçava atingir a cidade do Crato-CE durante aquela década,

discursos estes que evidenciavam batalhas políticas de então.

Os embates políticos foram,

objeto de estudo de Serioja Mariano,

a organização do Estado nacional gerou choques hercúleos entre as lideranças nacionais e os políticos locais paraibanos do Primeiro Reinado.

A autora destaca a continuidade da mudança do eixo econômico do Norte para o Sul,

o que implicava numa perda de poder para os potentados locais Paraibanos.

Estes se sentiam desprestigiadas com as ações do governo do Rio de Janeiro na época dos embates que se seguiram à dissolução da constituinte de 1823 e à outorga da Carta Constitucional de 1824.

Já Elton John,

investiu em uma arqueologia dos conceitos de “fama” e “celebridade”,

desde o Renascimento até o Iluminismo,

laborando a partir de diálogos teóricos 3

MACEDO,

Joaquim Manoel de.

A Moreninha.

São Paulo: Ática,

1982.

ALENCAR,

José de.

Senhora.

São Paulo.

Klick Editora,

1997.

5 ALENCAR,

José de.

Lucíola.

São Paulo.

Ática,

1990.

surgidos da leitura de diversos escritos de Michel Foucault confrontados com uma extensa pesquisa bibliográfica.

Fechando as discussões desse número,

Marinalva Vilar e Michele Cordão,

colegas que tem se destacado por enfatizar as recepções e apropriações dos textos Grecoromanos em diversas historicidades,

percorrem as produções de historiadores,

poetas e retóricos do mundo greco-romano.

Sua intenção: problematizar a maneira como se pensava as relações entre o gênero historiográfico e aqueles que a ele se dedicavam por ofício.

De um lado,

Heródoto,

Tucídides,

Políbio,

Tito Lívio,

Tácito,

Aristóteles,

Horácio,

Cícero,

Sua inserção nesse Dossiê temático,

nos direciona a observar como a tradição de que fazemos parte foi sendo elaborada pelos antigos a partir de heranças e rupturas com conceitos dos gêneros poético e retórico.

Ocorreu-me,

a lembrança grata de um significativo artigo de José Antonio Dabdab Trabulsi,

Igualdade,

Antiguidade.” Nele,

aquele admirável helenista nos lembra da enorme presença exercida pelas significações imaginárias herdadas da Antiguidade Clássica sobre os momentos revolucionários franceses dos séculos XVIII e XIX.

Como brinde,

Claudia Cury,

nos fala dos caminhos percorridos pelos que nos dedicamos aos estudos de História do Brasil Império,

com suas palavras e experiência,

valiosa contribuição à formação de nossos jovens historiadores.

Assim,

cabe-nos desejar-lhes uma excelente leitura:

Prof.

José Otávio Aguiar

ENTREVISTA

Entrevistada: Cláudia Engler Cury¹ Entrevistadora: Juciene Ricarte Apolinário² Tema:

Pode revisitar a sua memória e nos dizer o que lhe influenciou na escolha pelas temáticas vinculadas a História do Brasil Império ao longo da sua carreira acadêmica

? Resposta: Em primeiro lugar gostaria de dizer que minha inserção nas pesquisas relativas ao século XIX deu-se pela via da História da Educação.

Em 2002 quando já estava concluindo o meu doutorado,

fui convidada por um colega professor da UFPB para auxiliá-lo na conclusão de um grande levantamento que ele estava fazendo desde o início de seu doutorado também na UNICAMP.

A tarefa consistia em identificar e transcrever a documentação oficial sobre a instrução pública e particular da Paraíba nos acervos do Arquivo Público do Estado de São Paulo,

na Biblioteca Nacional e no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro.

Quando de minha vinda mudança definitiva para João Pessoa em dezembro de 2002 o trabalho se estendeu para o acervo da Biblioteca da Faculdade de Direito do Recife.

A parceria acadêmica gerou duas paixões: uma delas pela história da educação paraibana e a outra pelo colega pesquisador com quem me casei.

Portanto,

a partir da conclusão de meu doutorado comecei a pesquisar sobre história da educação na Paraíba Oitocentista.

Constituímos,

um grupo de pesquisas com os orientandos do Professor Antonio Carlos Ferreira Pinheiro e,

criamos junto ao Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq,

o Grupo de Pesquisas em História da Educação no Nordeste Oitocentista que naquele que a partir daquele ano

passou a se vincular ao recém criado Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Paraíba.

Como a senhora analisa as produções historiográficas das últimas décadas vinculadas História do Brasil Império

? Resposta: Acho que as pesquisas em História do Brasil Império têm crescido nos últimos anos e se consolidado como uma temporalidade que ganha adeptos nas várias províncias do império brasileiro,

Tenho acompanhado mais de perto as discussões sobre cultura histórica no Oitocentos por causa da área de concentração do PPGH/UFPB e gosto muito dos textos produzidos por nosso saudoso Manoel Luiz Salgado Guimarães.

Eu poderia enumerar uma série de trabalhos interessantes e importantes para as pesquisas oitocentistas como a obro de José Murilo de Carvalho,

“O Tempo Saquarema” de Ilmar Rhloff de Mattos,

“Império das Províncias de Maria de Fátima Silva Gouvêa.

Penso que a lista é infindável.

No caso das publicações no campo da História da Educação é mais difícil ainda de elencar porque as pesquisa estão em plena expansão e segundo dados apresentados por colegas nos últimos simpósios inclusive da ANPUH a História da Educação tem mobilizado um número cada vez maior de pesquisadores.

Gostaria de ressaltar entretanto,

que uma das contribuições mais significativas para o campo da história da educação nos últimos anos estão as discussões acerca da cultura escolar ou da cultura material escolar bem como os estudos sobre as formas leituras e sobre os leitores no Oitocentos.

Vale ressaltar que no VI Simpósio da Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE),

realizado em Vitória/ES em maio de 2011 foi apresentada ao público uma Coleção Comemorativa dos 10 anos da SBHE.

Cinco volumes já foram lançados e outros cinco serão lançados,

na cidade do Natal por ocasião do Encontro da ANPED (Associação Nacional de Pesquisadores em Educação).

Os volumes contemplam temas diversos e pesquisadores do Brasil todo.

Um dos volumes da coleção foi dedicado exclusivamente às pesquisas sobre o Oitocentos – “ Educação e Instrução nas Províncias e na Corte Imperial (Brasil 1822-1889),

coletânea organizada pelos Professores José Gonçalves Gondra e Omar Schneider.

Para se trabalhar com a documentação acerca do Brasil Imperial,

quais as principais dificuldades encontradas a partir do seu campo de pesquisa

? Resposta: No caso das pesquisas em História da Educação na Parahyba Oitocentista o grande desafio é encontrar documentação que não seja só prescritiva.

Os colegas pesquisadores de outras “províncias” têm conseguido uma gama maior de fontes documentais do que nós por aqui.

Tínhamos esperanças de que o trabalho com as Caixas do Arquivo Público do Estado da Paraíba (FUNESC),

trariam-nos a possibilidade de encontramos outros sujeitos envolvidos com a instrução do período que não fossem as autoridades provinciais como,

os presidentes de província e os diretores da instrução pública.

Infelizmente,

as coisas não saíram conforme desejávamos e tivemos que nos contentar em fazer a leitura da documentação a contrapelo como nos disse Walter Benjamim.

O intuito é que possamos apreender outras perspectivas e outros olhares acerca do que se passava na vida instrucional no século XIX na Província da Parahyba do Norte.

O outro caminho encontrado para diversificar as fontes foi o trabalho com os jornais paraibanos.

Foram catalogados todos os periódicos encontrados no Arquivo dos Governadores e no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano.

As notícias sobre instrução foram fotografadas e organizadas no formato digital e esperamos publicá-las brevemente.

Acho que seria bom ressaltar que todo o trabalho é fruto de alguns projetos de iniciação cientifica sob minha responsabilidade,

dissertações de mestrado e teses de doutorado de vários pesquisadores que fazem parte do GHENO e que têm procurado se debruçar sobre a documentação que vimos coletando nos últimos anos.

O que quero enfatizar é que se trata do trabalho árduo de um grupo de alunos e professores que se reúne semanalmente para organizar a documentação e discutir a historiografia acerca dos temas de pesquisa que têm fomentado nossas dúvidas e inquietações sobre a história da educação paraibana oitocentista.

Comente sobre as experiências e contribuições do Encontro de História do Império Brasileiro organizado pelo PPGH-UFCG.

Resposta: Do ponto de vista daqueles que organizaram o I e II Encontros do Império do Brasil acho que as principais experiências são a aproximação que realizamos primeiro,

Já conseguimos organizar para o ano de 2011 dois seminários com temáticas comuns aos dois grupos que acontecerão ao final do primeiro e segundo semestres de 2011.

A outra experiência importante foi a de aproximar grupos de pesquisa de todo o país que desenvolvem suas atividades em torno do século XIX.

Lembro que o III Encontro acontecerá em 2012 em São Luís do Maranhão.

Além disso,

conseguimos organizar duas publicações relativas às discussões fomentadas a partir dos dois Encontros já realizados.

O foco dos Encontros sempre foi o de conquistar espaço entre os historiadores paras discussões oitocentistas,

mas também aproximar os pesquisadores da história da educação e os chamados “historiadores de ofício”.

Sempre tivemos o cuidado de dar visibilidade também aos pesquisadores das regiões norte e nordeste e tornar possível contatos entre eles e pesquisadores de outras regiões do Brasil por meio da organização das mesas redondas.

Acho que o desafio agora é garantir que outros programas de pós-graduação em história organizem encontros bienais e que possamos articular redes de pesquisadores brasileiros e quem sabe de outros países com a finalidade de estreitar laços acadêmicos com relação às pesquisas sobre o Oitocentos.

Cláudia Engler Cury 07 de junho de 2001 – João Pessoa.

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