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PDF- REVISTA DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS, -Avaliação da arborização no Campus-Sede da Universidade - USP - Revista Árvore ISSN: Universidade Federal de Viçosa Brasil

e ISSN: Universidade Federal de Viçosa Brasil Ribon,

Rômulo

Lamas Reis,

Ivana

Gomes...

Description

Revista Árvore ISSN: 0100-6762 [email protected] Universidade Federal de Viçosa Brasil

Ribon,

Rômulo

Lamas Reis,

Ivana

Gomes Belfort,

Henrique Avifauna da Zona da Mata de Minas Gerais: municípios de Goianá e Rio Novo,

com alguns registros para coronel Pacheco e Juiz de Fora Revista Árvore,

núm.

2004,

Brasil

Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina,

Caribe ,

Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

Avifauna da Zona da Mata de Minas Gerais: municípios ...

AVIFAUNA DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS: MUNICÍPIOS DE GOIANÁ E RIO NOVO,

COM ALGUNS REGISTROS PARA CORONEL PACHECO E JUIZ DE FORA1 Rômulo Ribon2,3,4,

Ivana Reis Lamas5 e Henrique Belfort Gomes6 RESUMO

fez-se a caracterização qualitativa preliminar da avifauna dos municípios de Goianá e Rio Novo,

Alguns registros para áreas limítrofes dos municípios de Juiz de Fora e Coronel Pacheco são também fornecidos.

A região,

originalmente coberta por Mata Atlântica,

é hoje composta por um mosaico de pastagens,

pomares domésticos e ambientes limícolas.

Foram registradas 185 espécies de aves,

sendo os ambientes de mata os mais ricos em espécies.

Neste artigo serão dadas informações sobre o habitat,

o método de registro das espécies e,

sobre a atividade reprodutiva.

A presença da planície de inundação do rio Novo proporciona ambiente para espécies normalmente pouco abundantes no restante da Zona da Mata.

Destacam-se a extinção local de pelo menos duas espécies registradas no século XIX,

a presença de algumas aves ameaçadas de extinção e a importância de estudos de impacto ambiental como oportunidade,

para obtenção de informações biológicas.

Palavras-chave:

Aves,

Brasil,

Mata Atlântica,

ornitologia e região neotropical.

AVIFAUNAL INVENTORY OF THE “ZONA DA MATA” OF MINAS GERAIS: GOIANÁ AND RIO NOVO,

WITH SOME RECORDS FOR CORONEL PACHECO AND JUIZ DE FORA MUNICIPALITIES ABSTRACT

in the “Zona da Mata” region,

Brazil.

Some records for neighboring areas at Juiz de Fora and Coronel Pacheco municipalities are also given.

The region is located in the Semidecidual Lowland Atlantic Forest domain but the current landscape is a mosaic of artificial pasturelands,

small orchards around farms’ headquarters,

and marshes at the Rio Novo floodplain.

We recorded 185 bird species with the forest fragments being the richest habitat.

Information on habitat and method of record and documentation of the birds are also given.

Additionally,

information on breeding status is given for some species.

The Rio Novo floodplains are an important habitat for many species that are not very common in the rest of the Zona da Mata region.

The local extinction of two species previously recorded in the area in the mid-1800s and the current presence of some poorly known and globally threatened species is highlighted.

The importance of EIAs to gather relevant biological information is also discussed.

Key words:

Birds,

Brazil,

Atlantic Forest,

ornithology and Neotropical Region.

Recebido para publicação em 20.2.2003 e aceito para publicação em 30.4.2004.

Departamento de Ciências Biológicas/ICEB,

Universidade Federal de Ouro Preto,

Morro do Cruzeiro,

Conservação e Manejo de Vida Silvestre,

Universidade Federal de Minas Gerais,

Universidade Federal de Viçosa – UFV,

Getúlio Vargas,

1300,

7o andar,

Savassi,

Dante,

331/102,

São Lucas,

Sociedade de Investigações Florestais

Árvore,

Viçosa-MG,

RIBON,

INTRODUÇÃO Embora seja uma das regiões de mais antiga colonização européia em Minas Gerais (Valverde,

Dean,

a Zona da Mata mineira entre Viçosa e Juiz de Fora tem sido alvo de trabalhos ornitológicos esparsos desde sua colonização.

De 31 de março a 21 de abril de 1818,

von Spix passou pela região com o objetivo de visitar um aldeamento dos índios Coroados no Presídio de São João Batista (atual Visconde do Rio Branco).

Apesar da enorme contribuição de Spix para a ornitologia brasileira (Pinto,

Sick,

1997),

ele concentrou mais sua atenção na antropologia e,

ocupou-se pouco da ornitologia (Pinto,

Spix & Martius,

José Fernando Pacheco in litt.).

Hermann Burmeister parece ter sido o primeiro a pesquisar aves na região,

1952).

José Pinto da Fonseca e João Moojen de Oliveira foram os que mais investigaram e documentaram a avifauna da região até meados do século XX,

sendo deles a maior parte dos exemplares taxidermizados que documentam a rica avifauna da Zona da Mata até aquela época (Pinto,

1945,

Ribon et al.,

2003).

Nas décadas de 1950 e 1960 merece destaque o trabalho de Erickson & Mumford (1976),

que permite a verificação das informações publicadas,

uma vez que o registro de várias espécies foi embasado em coletas.

Nas décadas de 1980 e 1990 surgiram algumas listagens de espécies (Monteiro et al.,

Monteiro & Mattos,

Borges & Rapôso-Filho,

Simon et al.,

1999),

descrições sobre biologia básica de algumas aves (sobretudo nidificação) (Simon & Pacheco,

MaldonadoCoelho,

2000).

Embora vários trabalhos tenham sido feitos,

com vistas à elaboração de estudos de impacto ambiental (EIAs) para vários empreendimentos na região,

continuam não-publicados e são de difícil acesso ou utilização por pesquisadores que os procuram em empresas e órgãos ambientais.

Em decorrência de seu alto grau de devastação,

a avifauna da Zona da Mata mineira apresenta-se como uma mistura de espécies florestais que resistiram ao desmatamento da região ao longo dos últimos dois séculos e de espécies originalmente do cerrado e áreas de borda de floresta (observação pessoal).

Muitas espécies de aves florestais estão hoje confinadas aos parques estaduais do Ibitipoca,

Árvore,

Viçosa-MG,

Brigadeiro (FUNDAÇÃO BIODIVERSITAS,

Ribon et al.,

2003).

Estas UCs correspondem aos maiores blocos de vegetação nativa contínua que ainda existem na Zona da Mata.

A paisagem dominante é,

um mosaico de fragmentos florestais de vários tamanhos e estados de conservação,

em meio a uma matriz heterogênea de pastagens e culturas.

Dependendo da localidade,

encontra-se entre 2 e 33% de vegetação nativa (Fonseca,

Ribon,

Pereira,

1999).

A despeito do seu alto grau de fragmentação florestal,

da elevada densidade demográfica,

da presença de várias instituições de pesquisa e ensino superior e dos trabalhos já publicados,

a composição da avifauna nas diferentes porções da Zona da Mata ainda é pouco conhecida.

Esse conhecimento é essencial para se ter uma caracterização abrangente de sua avifauna,

para o estabelecimento de planos de manejo e conservação das espécies existentes,

bem como para uma melhor compreensão da dinâmica biogeográfica e ecológica das aves da Mata Atlântica.

Assim,

iniciar uma série de artigos voltados à caracterização qualitativa da avifauna da Zona da Mata,

visando estimular o desenvolvimento de estudos semelhantes e criar uma base para aqueles que envolvam análises quantitativas e de história natural da avifauna no Estado.

ÁREA DE ESTUDO A maioria dos fragmentos florestais da Zona da Mata localiza-se em topos de morro e encostas,

sendo raríssimos aqueles em áreas de grotas e baixadas (Valverde,

Ribon,

1998).

Já na década de 1950 a pouca cobertura vegetal nativa,

aliada às características físicas da paisagem,

levou Valverde (1958) a afirmar que esta região se caracterizava pela falta de matas e se diferenciava de suas vizinhas mais pelo relevo do que pela vegetação.

A grande amplitude altitudinal,

acarretando climas diferenciados (Valverde,

1958),

permitiu a evolução de duas formações florestais distintas na Zona da Mata,

que recebem diferentes nomes conforme o autor: Floresta Semidecidual Altimontana e Floresta Semidecidual BaixoMontana (Oliveira-Filho & Fontes,

2000),

Floresta Estacional Semidecidual Submontana (abaixo de 500 m) e Floresta Estacional Semidecidual Montana (acima de 500 m) (Veloso et al.,

1996).

Os dados para o presente trabalho foram coletados principalmente nos municípios de Rio Novo e Goianá,

Avifauna da Zona da Mata de Minas Gerais: municípios ...

localizados na sub-bacia do rio Pomba,

afluente do rio Paraíba do Sul (Figura 1).

Os municípios localizam-se na superfície de relevo “Guarani-Rio Novo”,

Essa superfície tem topografia mais plana do que as superfícies de Ervália e de Leopoldina,

o que torna seus cursos d’água menos encachoeirados do que os das outras duas superfícies,

em especial os da superfície de Ervália.

Assim,

as várzeas ao longo do rio Novo são mais extensas (até cerca de 500 m de largura) do que nas superfícies vizinhas,

o que proporciona amplas áreas inundadas no período das chuvas.

A altitude nos locais de amostragem é de cerca de 400 m e a vegetação original,

do tipo Floresta Semidecidual Baixo-Montana (professor Alexandre Francisco da Silva,

Universidade Federal de Viçosa,

2002,

Nos trechos periodicamente inundados pelo rio Novo são raras as matas ciliares,

que no entanto parecem ter composição florística e estrutural diferente daquelas encontradas fora da zona de inundação do período das cheias (novembro-março) (A.

Silva,

Além dos poucos remanescentes florestais há extensas áreas com gramíneas,

taboais (Typha sp.) e algumas culturas anuais.

No município de Rio Novo,

as observações foram concentradas principalmente na Mata dos Bentes (10 ha) (21°30’39” S

incluindo um remanescente de mata na baixada alagada (10ha) (21°31’23” S

nas proximidades da cabeceira da pista do futuro Aeroporto Regional da

Zona da Mata (ARZM).

No município de Goianá,

as observações foram feitas principalmente em uma área de mata secundária bem preservada (área estimada = 100 ha) da fazenda Jeripá (21°33’35” S

e na fazenda Pica-Pau (21°33’46” S

cujo maior fragmento florestal tem cerca de 50 ha.

Além das observações em Rio Novo e Goianá,

também são fornecidas aquelas feitas da mata da fazenda Continente (21°37’23” S

município de Coronel Pacheco,

e de um braço assoreado da represa João Penido,

MATERIAL E MÉTODOS As observações foram feitas entre 28/4/2001 e 1/5/ 2001 (I.R.L.

com binóculos Leica BA 10x42 mm,

iniciando na madrugada e terminando por volta das 20 horas.

A documentação das espécies foi feita através de gravações em fitas K7,

utilizando-se gravador Sony TCM 5000 EV,

depositadas na coleção particular dos autores.

Elas também serão depositadas no Arquivo Sonoro Elias Pacheco Coelho (ASEC),

da Universidade Federal do Rio de Janeiro,

e no Museu de Zoologia João Moojen de Oliveira,

da Universidade Federal de Viçosa (MZ-UFV).

Após novembro de 2001 foram feitas coletas de exemplares (Permissão IBAMA 142/2001) com redes-neblina e espingarda,

conforme AMERICAN ORNITHOLOGISTS’S UNION (1975),

Foster & Cannell (1990),

Remsen (1995),

Vuilleumier (1998,

Os exemplares coletados foram depositados no MZ-UFV.

Naquela época,

os trabalhos em Rio Novo tiveram de ser feitos sob graus intensos de ruídos,

especialmente ao redor da Mata dos Bentes,

em decorrência dos trabalhos de terraplenagem para construção do ARZM.

A paisagem da região e algumas espécies de aves foram fotografadas,

e as fotos foram depositadas no acervo particular dos autores (R.R.).

O método de registro para cada espécie (visual ou auditivo) e,

o método de documentação (coleta,

em vista da importância de tal informação para eventuais reavaliações futuras (Pacheco & Bauer,

2001).

Figura 1 – Localização dos municípios de Rio Novo e Goainá,

na Zona da Mata de Minas Gerais.

Figure 1 – Location of Rio Novo and Goianá Counties,

at the Zona da Mata Region in Minas Gerais (MG).

ES = Espírito Santo,

RJ = Rio de Janeiro.

A citação de habitats das espécies a partir da citação de outros autores é fato corriqueiro em trabalhos de consultoria ambiental,

e mesmo em artigos científicos,

porém tal prática tem atrasado o conhecimento mais refinado da história natural das aves brasileiras.

Portanto,

Árvore,

Viçosa-MG,

RIBON,

estudo registrou-se o habitat onde cada espécie foi encontrada: mata,

ambientes fazendeiros (imediações de habitações rurais,

geralmente com pequenos pomares e maior ou menor grau de arborização).

Do mesmo modo,

indícios de atividade reprodutiva (desenvolvimento de gônadas,

observação de jovens) foram também registrados.

Por fim,

são dadas informações sobre espécies consideradas ameaçadas ou presumivelmente ameaçadas de extinção em Minas Gerais (Lins et al.,

1997),

2000).

A ordem sistemática das espécies segue SICK (1997) e as alterações posteriores são as propostas por Raposo (1997),

CBRO (2001) (resoluções 33/2001,

47/2001,

64/2001),

García-Moreno & Silva (1997) e Aleixo (2002).

Eventuais dúvidas de identificação foram resolvidas por meio da comparação de espécimes coletados com aqueles do acervo do MZ-UFV.

pelo ambiente fazendeiro (27) e pela capoeira (18).

Obviamente,

algumas espécies podem usar mais de um tipo de habitat (consideradas generalistas),

embora em muitos casos o fato de uma espécie ser vista em um habitat não signifique que ela o utilize constantemente e dependa dele para sobreviver,

mas que esteja apenas de passagem.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Campephilus robustus: um indivíduo foi gravado na fazenda Jeripá em 14/2/2002,

em um trecho bem conservado da mata em frente à sede.

A espécie é considerada ameaçada de extinção em Minas Gerais.

Resultados Foram registradas 185 espécies para a região de Rio Novo e Goianá,

incluindo aquelas registradas nos municípios limítrofes de Coronel Pacheco e Juiz de Fora.

Considerando apenas as espécies de Rio Novo e Goianá,

tem-se um total de 172 espécies (Quadro 1).

No entanto,

não há motivos para acreditar que as espécies registradas apenas na fazenda Continente e na Lagoa do Penido não ocorram em Rio Novo e Goianá,

devido à proximidade das áreas e,

à semelhança da vegetação e clima.

O fato de as 13 espécies não terem sido registradas em 2001 e 2002 deve-se,

apenas a um efeito de amostragem.

Dentre as espécies registradas,

Juntamente com Caprimulgus parvulus e Dacnis cayana,

que foram documentadas apenas por coleta,

têm-se 103 espécies (57%) daquelas espécies documentadas de alguma forma.

O ambiente com maior número de espécies exclusivas foi a mata,

pela capoeira (3) e pelos ambientes fazendeiros (1) (Quadro 1).

Considerando as aves vistas em dois ou mais ambientes,

a mata foi o ambiente mais rico (106 espécies),

Árvore,

Viçosa-MG,

Merecem destaque as várzeas inundadas do rio Novo,

que servem de abrigo para uma rica avifauna limícola,

saracuras e vários passeriformes.

Em outras áreas da Zona da Mata,

especialmente aquelas de relevo mais acidentado,

localizadas na “superfície de Ervália” de Valverde (1958),

a presença de tais baixadas não é tão marcante quanto na área de estudo.

Quatro espécies consideradas ameaçadas ou presumivelmente ameaçadas de extinção (ver Material e Métodos) foram registradas:

Primolius maracana: grupos de dois a quatro indivíduos foram vistos e ouvidos em sobrevôo,

tanto em Goianá como em Rio Novo,

em todas as visitas à região,

tendo sido documentados em gravações.

A espécie é considerada ameaçada de extinção no mundo (categoria “vulnerável”) e em Minas Gerais.

Cercomacra brasiliana: um casal foi ouvido,

visto e gravado na fazenda Jeripá em janeiro e fevereiro de 2002,

em um cipoal na trilha principal da mata em frente à sede.

A espécie é considerada “quase ameaçada” no mundo e presumivelmente ameaçada em Minas Gerais.

Sclerurus scansor: um indivíduo foi gravado e visualizado na mata em frente à sede da fazenda Jeripá em 14/2/2002.

É considerada presumivelmente ameaçada de extinção em Minas Gerais.

Trinta e uma espécies apresentaram atividades reprodutivas ou indícios de atividade reprodutiva na área de estudo,

representando 17% do total de espécies registradas na área (Quadro 1).

Dezessete delas apresentaram evidências concretas de reprodução.

Para 13 espécies,

a atividade reprodutiva foi sugerida apenas através da resposta intensa ao play-back.

Avifauna da Zona da Mata de Minas Gerais: municípios ...

Quadro 1 – Espécies de aves registradas na região de implantação do Aeroporto Regional da Zona da Mata e áreas adjacentes,

nos municípios de Coronel Pacheco,

Goianá,

Juiz de Fora e Rio Novo,

Estado de Minas Gerais Table 1 – Bird species recorded in the Zona da Mata Regional Airport area and adjacent localities,

Goianá,

Juiz de Fora,

Minas Gerais

Nome Vulgar

Registro EIA1/

Registro Atual/Área2/

Habitat3/

Método4/

Reprodução5/

ORDEM TINAMIFORMES

Família Tinamidae Crypturellus obsoletus Crypturellus tataupa

Inhambu-guaçu Inhambu-chintã

ORDEM PODICIPEDIFORMES

Família Podicepedidae Podylimbus podiceps

Mergulhão-caçador

ORDEM CICONIIFORMES

Família Ardeidae Casmerodius albus Egretta thula Bubulcus ibis Butorides striatus Syrigma sibilatrix Pilherodius pileatus Nycticorax nycticorax Tigrisoma lineatum

Garça-branca-grande Garça-branca-pequena Garça-vaqueira Socozinho Maria-faceira Garça-real Savacu Socó-boi

Família Cathartidae Coragyps atratus Cathartes aura

Urubu-de-cabeça-preta Urubu-de-cabeça-vermelha

ORDEM ANSERIFORMES

Família Anatidae Dendrocygna viduata Amazonetta brasiliensis Oxyura dominica

Irerê Pé-vermelho Marreca-de-bico-roxo

ORDEM FALCONIFORMES

Família Accipitridae Ictinia plumbea Rostrhamus sociabilis Buteo albicaudatus Rupornis magnirostris Buteogallus meridionalis Geranospiza caerulescens

Sovi Gavião-caramujeiro Gavião-do-rabo-branco Gavião-carijó Gavião-caboclo Gavião-pernilongo

Família Falconidae Milvago chimachima Caracara plancus Falco sparverius

Carrapateiro Caracará Quiriquiri

ORDEM GALLIFORMES

Família Cracidae Penelope obscura

Jacuaçu

ORDEM GRUIFORMES

Família Aramidae Aramus guarauna

Carão

Continua...

Continued...

Árvore,

Viçosa-MG,

RIBON,

Quadro 1,

Table 1,

Registro EIA1/

Registro Atual/Área2/

Habitat3/

Método4/

Saracura-sanã Saracura-do-mato Sanã-carijó Frango-d’água Frango-d’água-azul

Seriema

Jaçanã

Nome Vulgar

Reprodução5/

Família Rallidae Rallus nigricans Aramides saracura Porzana albicollis Gallinula chloropus Porphyrula martinica

Família Cariamidae Cariama cristata ORDEM CHARADRIIFORMES

Família Jacanidae Jacana jacana

Família Charadriidae Vanellus chilensis

Quero-quero

Família Scolopacidae Actitis macularia Gallinago undulata

Maçarico-pintado Narcejão

ORDEM COLUMBIFORMES

Família Columbidae Columba livia domestica Columba picazuro Columba cayennensis Columbina talpacoti Leptotila verreauxi Leptotila rufaxilla

Pombo-doméstico Asa-branca Pomba-galega Rola Juriti Gemedeira

Maracanã-do-buriti Periquitão-maracanã Tuim Maitaca-de-maximiliano

ORDEM PSITTACIFORMES

Família Psittacidae Primolius maracana Aratinga leucophthalmus Forpus xanthopterygius Pionus maximiliani ORDEM CUCULIFORMES

Família Cuculidae Coccyzus melacoryphus Piaya cayana Crotophaga ani

Papa-lagarta-acanelado Alma-de-gato Anu-preto

Guira guira

Anu-branco

Tapera naevia

ORDEM STRIGIFORMES

Família Tytonidae Tyto alba

Coruja-da-igreja,

Suindara

Família Strigidae Pulsatrix koeniswaldiana Speotyto cunicularia Strix hylophila (cf.)

Murucututu-de-barriga-amarela Buraqueira,

Coruja-do-campo Coruja-listrada

ORDEM CAPRIMULGIFORMES

Família Caprimulgidae Nyctidromus albicollis Caprimulgus parvulus Hydropsalis torquata

Curiango,

Bacurau Bacurau-chintã Bacurau-tesoura

Continua...

Continued...

Árvore,

Viçosa-MG,

Avifauna da Zona da Mata de Minas Gerais: municípios ...

Quadro 1,

Table 1,

Nome Vulgar

Registro EIA1/

Registro Atual/Área2/

Habitat3/

Método4/

Reprodução5/

ORDEM APODIFORMES

Família Apodidae Streptoprocne sp.

zonaris) Chaetura meridionalis

Andorinhão-de-coleira Andorinhão-do-temporal

Família Trochilidae Phaethornis pretrei Eupetomena macroura Chlorostilbon aureoventris Thalurania glaucopis Anthracothorax nigricollis Amazilia lactea

Rabo-branco-de-sobre-amarelo Tesourão Besourinho-de-bico-vermelho Tesoura-de-fronte-violeta Beija-flor-de-veste-preta Beija-flor-de-peito-azul

ORDEM CORACIIFORMES

Família Alcedinidae Ceryle torquata Chloroceryle amazona

Martim-pescador-grande Martim-pescador-verde

Família Momotidae Baryphthengus ruficapillus

Juruva

Bico-de-agulha-de-rabo-vermelho

Araçari-de-bico-branco Tucanuçú

ORDEM PICIFORMES

Família Galbulidae Galbula ruficauda

Família Ramphastidae Pteroglossus aracari Ramphastos toco

Família Picidae Picumnus cirratus Colaptes campestris Colaptes melanochloros Dryocopus lineatus Melanerpes candidus Campephilus robustus

Pica-pau-anão-barrado Pica-pau-do-campo Pica-pau-verde-barrado Pica-pau-de-banda-branca Birro,

Pica-pau-branco Pica-pau-rei

ORDEM PASSERIFORMES

Subordem Suboscines Superfamília Furnarioidea Família Thamnophilidae Taraba major Thamnophilus caerulescens Dysithamnus mentalis Cercomacra brasiliana Pyriglena leucoptera

Choró-boi Choca-da-mata Choquinha-olivácea Chororó-cinzento Papa-taoca-do-sul

Chupa-dente

Família Conopophagidae Conopophaga lineata

Família Furnariidae Subfamília Furnariinae Furnarius rufus Furnarius figulus

João-de-barro Amassa-barro,casaca-de-couro-dalama

Subfamília Synallaxinae Synallaxis spixi

João-teneném

Continua...

Continued...

Árvore,

Viçosa-MG,

RIBON,

Quadro 1,

Table 1,

Taxa Synallaxis ruficapilla Synallaxis albescens Certhiaxis cinnamomea Phacellodomus rufifrons Phacellodomus e.

erythrophthalmus Anumbius annumbi

Nome Vulgar Pichororé Ui-pí Mariquita-do-brejo,

Curutié João-de-pau João-botina Cochicho

Registro EIA1/ fc,

Registro Atual/Área2/ mb mb mc af,

Habitat3/

Método4/

Reprodução5/

Subfamília Philydorinae Xenops rutilans Lochmias nematura Sclerurus scansor

Bico-virado-carijó João-porca Vira-folha-vermelho

Subfamília Dendrocolaptinae Xiphorynchus fuscus Lepidocolaptes angustirostris Lepidocolaptes squamatus

Arapaçu-rajado Arapaçu-do-cerrado Arapaçu-escamado

Superfamília Tyrannoidea Família Tyrannidae Subfamília Elaeniinea Camptostoma obsoletum Phaeomyias murina Elaenia flavogaster Serpophaga nigricans Serpophaga subcristata Mionectes rufiventris Leptopogon amaurocephalus Corythopis delalandi Hemitriccus nidipendulus Todirostrum poliocephalum Todirostrum cinereum Todirostrum plumbeiceps Tolmomyias sulphurescens Platyrinchus mystaceus

Risadinha Bagageiro Maria-é-dia Alegrinho-pobre Alegrinho-do-leste Abre-asa-de-cabeça-cinza Cabeçudo Estalador Tachuri-campainha Teque-teque,

Ferreirinho Relógio,

Ferreirinho Ferreirinho-de-cara-canela Bico-chato-de-orelha-preta Patinho

Subfamília Fluvicolinae Myiophobus fasciatus Lathrotriccus euleri Xolmis cinerea Xolmis velata Fluvicola nengeta Arundinicola leucocephala Colonia colonus Gubernetes yetapa Satrapa icterophrys Machetornis rixosus

Filipe Enferrujado Maria-branca Noivinha-branca Lavadeira-mascarada Lavadeira-de-cabeça-branca Viuvinha Tesoura-do-brejo Suiriri-pequeno Siriri-cavaleiro

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